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Formação de novas lideranças

Caros colegas, mais uma vez estamos retomando nossas atividades no IFSC, no câmpus São José.

Quanto aos resultados do trabalho no IFPR atingimos praticamente todos os objetivos traçados junto à SETEC. O mais importante foi o fato de iniciarmos a instalação dos colegiados em todos os câmpus.  De todas as ações realizadas nesse período essa é a que consideramos estratégica.

O relatório de atividades pode ser visualizado no link:

http://blogdiariodoreitorifpr.wordpress.com/

Tem sido uma grande alegria o retorno integral à docência.  Novas disciplinas, novos estudantes e novos desafios.

Mas continuaremos contribuindo para o desenvolvimento de novas lideranças, compartilhando um pouco do que aprendemos nos últimos anos.  E fazemos isso porque entendemos que temos o dever público de fazê-lo.   Por isso fomos até Gaspar na ultima semana falar com os servidores na semana de planejamento e fizemos uma apresentação sobre gestão pública para os novos dirigentes eleitos dos novos câmpus.

Com os nossos 21 câmpus instalados teremos necessidade de no mínimo 500 gestores públicos preparados para as próximas 2 décadas. Não podemos perder tempo porque a educação profissional precisa de excelência e não de tentativa e erros.

Nesse contexto, temos certeza de que o Centro de Formação será um referencial para a rede EPT.

Se não temos uma receita própria de gestão para transmitir, podemos contribuir com a reflexão e com o compartilhamento de boas práticas.

Com satisfação recebemos a notícia de que o livro digital Liderança Ética e Servidora será publicado pela Editora do IFSC em setembro. Estamos fazendo os últimos ajustes.

A notícia a seguir foi enviada pelo nosso colega Érico Madruga e vem ao encontro do que estamos há anos discutindo.

“Mais de um quarto dos gestores não se sentem preparados para cargos de chefia, revela pesquisa -

  • Segundo o levantamento, 58% dos líderes disseram não ter recebido treinamento específico para ocupar a função.”

http://oglobo.globo.com/economia/emprego/mais-de-um-quarto-dos-gestores-nao-se-sentem-preparados-para-cargos-de-chefia-revela-pesquisa-11647425

Atenciosamente,

Prof. Jesué Graciliano da Silva

 

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Missão no IFPR

Caros colegas, desde o dia 9 de agosto de 2013 estou atuando em uma nova missão no IFPR. Mais uma vez ajudando colegas a superarem um momento passageiro de dificuldades.  Um novo blog para problemas diferentes.

http://blogdiariodoreitorifpr.wordpress.com

Prof. Jesue Graciliano da Silva

 

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A participação dos estudantes, dos servidores e da comunidade externa na melhoria contínua dos Institutos Federais

É uma satisfação falar de um assunto que acredito tanto. Já são quase 20 anos participando e coordenando fóruns participativos. Minha primeira experiência com esse tema começou em 1994 quando passei a frequentar o Colegiado do Campus São José, por ser coordenador da área de RAC. Aprendi muito sobre como funcionam os fóruns de participação coletiva com meus erros e acertos e com os erros e acertos de meus colegas gestores.

Quando recebi o convite me senti lisonjeado, mas inicialmente recusei, porque sabia que o assunto e a importância do momento exigiria uma grande preparação. Muitas vezes uma conversa como essa exigem 20 horas de preparação.

Minha primeira preocupação foi como tratar de forma conjunta a CIS, CPPD, CDP, CEPE, CONSUP e CPA em uma mesma apresentação. Muitos estudantes e servidores do IFSC desconhecem o que significam todas essas siglas. Procurei encontrar o que essas instâncias possuem em comum. Espero que vocês apreciem e enviem seus questionamentos !

O país está vivendo uma crise de representatividade. A falta de ética na política e a deficiência dos serviços públicos levaram milhões de pessoas para as ruas. Os manifestantes deixaram claro que não confiam nas estruturas partidárias e que classe política parece não representar os reais interesses da população. A sensação popular é que pagamos muitos impostos e recebemos pouco em troca. Trabalhamos 5 meses por ano para pagamento de impostos, mas temos que contratar serviços privados de saúde, educação e segurança.

A insatisfação popular se mostrou difusa, mas ficou claro que não era direcionada exclusivamente ao poder executivo, legislativo ou ao judiciário. A responsabilidade por tamanha insatisfação pode ser creditada a todas as instâncias da República Brasileira. A crise atingiu as prefeituras, câmaras de vereadores, governadores, assembleias legislativas e a esfera federal.

A população percebeu que também é responsável pelos destinos do país. A omissão e a conivência são os combustíveis da corrupção. Não adianta cobrar o exemplo da classe política e cada um não fazer a sua parte. Parece que acordamos. Estamos longe ainda de transformar a nação, mas demos um passo importante. Dissemos Basta. Sabemos que tornar o Brasil desenvolvido em todos os sentidos não será fácil. Mas precisaremos plantar hoje para colhermos o futuro.

Há um mês, no dia 12 de junho de 2013, poucos sonhavam com o que estava por vir.

Ouvimos das ruas o clamor por mais investimentos em educação. E como resposta foi aprovada a lei que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde. Isso significará mais de 2 bilhões de reais adicionais para a educação já no ano que vem. A destinação dos 100% dos royalties do petróleo foi uma bandeira defendida sabiamente pelos nossos reitores catarinenses.

Outras medidas pontuais foram colocadas em votação nas últimas semanas. Foi preciso que milhões saíssem às ruas para que a classe política começasse a fazer melhor o seu trabalho. Já temos um deputado preso, já temos a lei que transforma a corrupção em crime hediondo. Já temos a discussão sobre reforma política acontecendo. Sabemos que essas ações concretas são ainda pontuais e de forte apelo popular, mas mostram que a participação efetiva pode mudar os rumos da nação !

E esse aprendizado pode ser absorvido em todos os níveis e instituições.

A sociedade exige melhoria dos serviços públicos. Exige mais eficiência na gestão dos recursos. Exige transparência e ética. Exige ser ouvida pelos seus representantes.

Nesse contexto o IFSC e todos os Institutos Federais devem fazer bem sua parte.

Somos uma instituição federal de educação, ciência e tecnologia. Atuamos dentro dos princípios constitucionais e temos o dever de prestar serviços de excelência para nossa sociedade.

Aliás essa é uma preocupação que está explícita em nossa missão:

Desenvolver e difundir conhecimento científico e tecnológico, formando indivíduos capacitados para o exercício da cidadania e da profissão e tem como visão de futuro consolidar-se como centro de excelência na educação profissional e tecnológica no Estado de Santa Catarina”

Não basta formarmos bons profissionais. Eles devem ser educados para a cidadania. Não basta difundirmos conhecimento científico e tecnológico. Precisamos desenvolver o conhecimento e atuarmos como um centro de excelência.

Para que a missão do IFSC possa ser alcançada precisamos garantir a participação da comunidade interna e externa. Somos milhares de servidores e estudantes e podemos encontrar juntos as soluções para nossos desafios diários se trabalharmos de forma solidária.

Essas ideias não se aplicam apenas ao IFSC. Aplicam-se a todos os Institutos Federais. Conhecendo outros reitores e a partir da experiência concreta do IFSC e do IF-Farroupilha temos a convicção de que a participação ativa tem o poder de promover a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem. A gestão ética e participativa é a forma mais eficiente de se fazer gestão, pois é a que gera maior grau de comprometimento.

E por acreditar nisso gostaria desde já expressar meu respeito e admiração a todos os representantes eleitos pela comunidade. Todos vocês são lideranças que podem atuar inspirando e influenciando seus colegas, atuando em um caminho de mão dupla. Porque vocês podem propor idéias inovadoras e também podem trazer para o debate as expectativas da comunidade.

Em um momento político onde percebemos uma crise de representatividade vocês podem ser os representantes que gostariam que seus representantes fossem.

É importante refletir sobre como isso é possível. Para ajudar estamos propondo 4 perguntas fundamentais:

1- Como funciona o processo decisório do IFSC ?

2- Qual o papel pedagógico dos Colegiados e do Conselho Superior ?

3- Como é possível ampliar a participação dos servidores, da comunidade externa e dos estudantes ?

4- Como a Avaliação Institucional (CPA) pode contribuir para aumentar a eficiência da gestão?

Há pouco comentamos sobre a missão do IFSC. Comentamos sobre a nosso desafio de formar profissionais cidadãos. E isso nos remete ao que significa cidadania. Essa palavra possui diversos significados dependendo de cada cultura. Uma definição mais simples seria: ”cidadania é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive”

E quando falamos em direitos e deveres pensamos logo na Constituição Federal. Nossa constituição de 1988 é chamada de constituição cidadã porque foi construída a partir de mais de 2 décadas de regime militar, onde prevalecia o estado de exceção.

Vejam que no seu Artigo 206 está escrito: O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;….III -pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;….V – valorização dos profissionais da educação escolar, VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei;

O campus São José do IFSC foi um dos primeiros campus do país a instalar o Colegiado da Comunidade Escolar em 1991. Esse fato foi resultado da Constituição Federal recém-aprovada.

Mais tarde, em 1996, a LDBE também fez referência a forma como o ensino brasileiro deve ser organizado.

O Art. 14 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei número 9394/96 determina que:

Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II – participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.

A Constituição Federal e a LDBE deixam claro que a participação na gestão escolar é um direito dos estudantes, dos profissionais da educação e da sociedade como um todo. Não se trata de uma concessão do dirigente.

Por isso é importante que a participação ocorra com qualidade. Promover a participação efetiva é obrigação de todos os gestores escolares brasileiros.

O Estatuto do IFSC é nossa constituição e um de seus objetivos é garantir que a estrutura administrativa atue em sintonia com os diversos órgãos consultivos e deliberativos. Nosso Estatuto e nosso Regimento Geral definem as atribuições dos detentores dos cargos comissionados e dos Colegiados, Comissões e Conselho Superior.

Continue lendo a seguir:

Apresentação sobre participação nos colegiados

Atenciosamente,

Jesué Graciliano da Silva

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Ambientação dos novos servidores TAES – 2013

Caros colegas servidores e estudantes, na semana passada realizamos atividade de ambientação para aproximadamente 100 novos servidores técnico-administrativos em educação !  A maioria deles tomou posse no dia 27 de maio. Convidamos os novos servidores para somarem seus esforços para consolidação do processo de expansão do IFSC e para a transformação das vidas de milhares de catarinenses por meio da educação profissional e tecnológica.

A apresentação que realizamos na ambientação encontra-se a seguir:

Expansão, interiorização e implantação dos institutos federais

Também procuramos responder aos questionamentos formulados por escrito. Estamos publicando no link a seguir um resumo das perguntas e respostas:

Respostas aos questionamentos dos novos servidores do IFSC

Atenciosamente,

Jesué Graciliano da Silva

 

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Múltiplas Lideranças

Caros colegas e estudantes, nos últimos dias o país reviveu momentos de intensa mobilização popular, que me fizeram lembrar AS DIRETAS JÁ e o FORA COLLOR.

Avaliação do impacto das manifestações na melhoria da gestão pública:

http://eticaegestao.ifsc.edu.br/ideias-e-reflexoes/mobilizacao-popular-e-a-melhoria-da-gestao-publica/

Ainda é muito cedo para uma avaliação consistente do que está acontecendo, mas pela fala do ministro Gilberto Carvalho, trata-se de um movimento diferente onde não há uma liderança. O que existem são múltiplas lideranças. Todos são líderes.

Esse é um conceito interessante que temos insistido nas Oficinas de Gestão e Liderança e que espero seja uma tendência.

Vejam o que disse o Ministro Gilberto Carvalho:

“De fato, está difícil entender. Nós somos acostumados com mobilização com carro de som, com organização, com gente com quem negociar e liderança com quem negociar e poder fazer um tipo de acordo. Agora eles mesmo dizem ‘nós não temos uma liderança, são múltiplas lideranças, nós não temos carro de som’. Não tem um comando, um comando único, e portanto se  torna extremamente complexo o processo de compreensão ,de entendimento e de multiplicidade das manifestações internas”, afirmou o ministro.”

O que sabemos é que a população desaprova atos de violência por uma parcela pequena dos dos manifestantes e por parte da polícia. E a população está cansada de pagar tão caro por serviços públicos tão ineficientes. Sempre me pergunto por quê não podemos ter educação, saúde e segurança em níveis de primeiro mundo se somos a sexta economia do planeta. Podemos sim. Mas para isso é preciso que o nível de tolerância à corrupção seja reduzido.

Fazendo um trocadilho com a primavera árabe, quem sabe não seja esse nosso Outono Brasileiro.  Momento em que as pessoas estão dando um claro recado para todo o governo (executivo, judiciário e legislativo) de que estão cansadas da falta de ética, da ineficiência da gestão pública e da corrupção.

A imprensa internacional está dizendo que o país (o gigante adormecido) está acordando e que isso é um sinal de que nossa democracia está se tornando madura. Quem viver verá.

Os sábios chineses ensinaram que em toda crise há uma oportunidade.

Ética e Educação contra a corrupção. Sim, nós também podemos.

Atenciosamente,

Jesue Graciliano da Silva

 

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A importância da INOVAÇÃO

Caros colegas e estudantes, nessa semana assisti no Youtube uma importante palestra do atual Secretário de Ciência e Tecnologia do MCT, Prof. Alvaro Toubes Prata.  Algumas informações apresentadas na palestra chamaram minha atenção e por isso me senti no dever de discorrer sobre elas.

Prof. Prata iniciou sua palestra ressaltando a importância da educação no sentido mais amplo da palavra: Pessoas bem educadas se tornam pessoas mais cultas, críticas, confiantes e com uma visão mais completa da realidade. Essa é a base para que um indivíduo possa oferecer alternativas para melhorar a sociedade. Prof. Prata afirma que quando mudamos algo para melhor estamos inovando e que grandes líderes são aqueles que enxergam realidades diferentes e têm a motivação, a ousadia e a força para mudar essa realidade.

Prof. Prata destacou que não basta ter conhecimento. É preciso também saber implantar uma alternativa inovadora.  Ele lembra que quando Tomas Edison inventou a lâmpada elétrica, as grandes cidades do mundo já eram iluminadas. Convencer os dirigentes de que era preciso substituir toda aquela estrutura já existente por fios e lâmpadas elétricas foi um grande desafio. Um detalhe interessante dessa estória é que o cientista Nikola Tesla teve que ser muito determinado para comprovar que a corrente alternada era mais viável que a corrente continua, lutando dessa vez contra o próprio Tomas Edison.

Prof. Prata lembrou também que 75% do faturamento da Apple são decorrentes de produtos que não existiam há 5 anos tais como o IPHONE e o IPAD. Esse é um padrão recorrente das grandes empresas.  Ele destacou que o Brasil é a sexta economia do mundo, mas que apenas 17% das nossas exportações estão relacionadas a artigos tecnológicos. 46% das nossas exportações estão relacionadas aos recursos naturais (sendo destes, 16%  minério de ferro). O ideal seria o Brasil utilizar o ferro que temos em abundância e produzir mais aço, mais carros e mais aviões. Um detalhe interessante é que o Japão é o terceiro maior produtor mundial de aço, utilizando para isso ferro extráido da reserva brasileira de Carajás na Amazônia.

Segundo ele, o país tem mais de 400 incubadoras e os atuais 30 parques tecnológicos serão 90 dentro de alguns anos.  A decisão do governo federal de aumentar o investimento em Pesquisa e Desenvolvimento para 1,8% do PIB (hoje é 0,6%) até 2014 coloca o país entre as nações que mais investirão em P&D.  O que falta agora é o setor industrial também fazer investimentos nessa área. Com a Lei do Bem já é possível isso ocorrer com dedução do imposto de renda. Boas notícias para o país.

E o que os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia podem fazer para promover a cultura inovadora ?

A rede composta pelos Institutos Federais é atualmente a rede de maior capilaridade no país.  Até 2014, serão mais de 540 campi de irradiação da educação, ciência e tecnologia. Atendemos principalmente o interior do país, onde mais se precisa de desenvolvimento.

Temos a oportunidade de contribuir de forma decisiva para que a cultura da inovação faça parte do dia a dia da sociedade brasileira, criando espaços onde os estudantes possam experimentar mais e transformar criatividade em inovação.

Confiram a palestra do prof. Prata e façam uma reflexão: O que vocês podem fazer para que o Brasil possa ser o PAÍS DA INOVAÇÃO ? Seria um sonho que no futuro, além do país do futebol e do carnaval, pudéssemos ser conhecidos como a nação mais criativa e inovadora do mundo. Pergunto:  por que não?

Clique aqui e assista a Palestra do Prof. Prata no Youtube.

Apresentação prof. Alvaro Prata

Atenciosamente,

Jesué Graciliano da Silva

 

 

 

 

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A importância da educação profissional para o desenvolvimento brasileiro

Caros colegas, o país tem investido muito na ampliação da oferta da educação profissional. São mais de 250 campus construídos nesses últimos 6 anos. Além disso estão sendo oferecidas milhões de vagas por meio do PRONATEC, que tem os institutos federais e o Sistema S como principais atores. Comparando com outros países o  Brasil ainda envia um percentual muito pequeno de seus jovens para o ensino profissionalizante.

Vejam a reportagem publicada no site: http://veja.abril.com.br/40anos/educacao/documento/ensino-tecnico/boas-praticas.html

Os países com boas escolas técnicas de nível superior são aqueles onde a população alcança os melhores índices de escolaridade. Numa comparação com 34 países, o Brasil envia menos jovens às escolas técnicas – e também tem a população menos instruída. O ranking:

1º FINLÂNDIA
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 82%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 12,4

2º ALEMANHA 
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 72%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 13,4

3º CORÉIA
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 65%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 11,7

4º SUÍÇA
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 65%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 11,5

5º ESTADOS UNIDOS
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 60%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 12,7

34º BRASIL
• PORCENTUAL DE JOVENS NO ENSINO TÉCNICO – 9%
• MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO – 6,1

Fonte: OCDE

Atenciosamente

Jesue Graciliano da Silva

 

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A construção participativa do PDI, PPI e PQI

Caros colegas, na última semana participamos das discussões referentes ao Projeto Pedagógico Institucional do IFSC (PPI). O Decreto 5773/2006 obriga que o PPI seja parte integrante do PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional.

Compreendemos que o  Decreto traz em seu teor um erro conceitual, pois o PPI é muito mais amplo que o PDI. O PDI define diretrizes, metas e projetos a serem desenvolvidos em um horizonte de tempo de 5 anos.  O PDI deveria ser parte do PPI e não o contrário.

O PPI delineia os caminhos da instituição e não tem prazo de validade, devendo ser revisado sempre que a comunidade acadêmica entender necessário.  O PDI é um PLANO ESTRATÉGICO que deve ser construído em consonância com a missão institucional e os valores definidos no PPI.

Na mesma linha, ao final do Seminário do PPI – que contou com a participação de mais de uma centena de servidores – a Reitora do IFSC afirmou sua intenção de organizar a elaboração do novo PLANO DE QUALIFICAÇÃO INSTITUCIONAL também de forma participativa.

Esse documento é estratégico para nortear a aplicação de todos os investimentos em capacitação dos servidores docentes e administrativos do IFSC durante os próximos 5 anos. Por isso é importante que todos trabalhem coletivamente na sua elaboração.

Tratar o desenvolvimento dos servidores como uma política institucional é o caminho para que o IFSC possa se consolidar como uma referência na educação profissional do Brasil.

Parabéns a todos os participantes e organizadores do PDI e PPI. Essa é uma grande OPORTUNIDADE para unirmos a experiência dos servidores mais antigos com a juventude de grande parte dos novos servidores do IFSC e com isso avançarmos ainda mais.

Atenciosamente,

Jesué Graciliano da Silva

 

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A receita para um excelente ambiente de trabalho

Caros colegas, estou postando uma reportagem, que considero bem interessante. Ela foi publicada no ano passado (autoria do jornalista Felipe Pereira).

Trata sobre como construir um excelente AMBIENTE DE TRABALHO.

Vejam mais sobre isso na ilustração:

Ambiente de trabalho

Atenciosamente,

Jesue Graciliano da Silva

 

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